É quando tenho mais sono. Quando o cansaço é tão grande que sufoca como o peso no peito pós-quatro bolinhas tomadas em uma noite que não queria saber quem era, que estava fazendo, se falava com pessoas  que  não gostam de mim, que sinto esse frio que ouço tanto falar. Esse vento que não parece que bate, mas que desce aos poucos, trava pouco a pouco língua e estômago, transforma o órgão que sempre tive mais medo de machucar num labirinto congelado sem iscas de pão, muito escuro.

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