O coração.

E tudo virou uma grande confusão: as quatro pessoas se amontoaram no minúsculo espaço reservado do pedaço de terra, ocuparam um coração pequeno demais, não por falta de amor, mas por excesso de ganância; uma espécie de interrupção da sanidade, um desprezo pelo pessoal, individual, pelas formas que caracterizam cada personalidade. Entramos dispostos à felicidade, não encontramos o equilíbrio para entender o quanto é dura a convivência com tantos pregos numa caixa tão apertada, cuidadosamente planejada para nos alvejar. Foi a miríade de idéias e emoções que nos levou a isso, um nada completamente abastado de pelos e sangue pulsante, odores juvenis, circuitos e linha telefônicas.

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