Minhas considerações.

No total são mil km de pensamentos jogados no lixo, as idéias são estranhas e amarguradas, talvez os sorrisos na chegada não valham à pena, não conduzam a nada. No final descubro, como escrevi aqui, é que preciso de força, determinação, pulso firme, uma atitude mais madura, talvez a inspiração, talvez o talento ou ainda a gentileza. É aquela coisa meio emo mesmo, uma parada negra, um top negro. Uma escada negra. A opção escrever ou não escrever, deliciar-me ou me afogar com os olhares tortos ou apertos de mão acompanhados de um parabéns. Acho que falta orgulho. O Natal não é a melhor data para estar escrevendo isso, o Natal não é a melhor data para ficar pensando nisso, não é a data para se acreditar nesta coisa. Eu tenho mesmo que mencionar o Natal, ele conta de verdade? O que vale não é a felicidade e o que realmente é importante para mim?  O ideal não é estar à vontade e livre para ousar? Então não sei o que fazer, não sei se tolerai lágrimas e gritos. Não sei se poderei sorrir ao ver outros chorarem, não sou a Lily Allen.

Parabéns, Bruno!

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