Encontro Marcado com o Vento.

Fico cantarolando essas coisas tipo… “How many roads must a man walk down/Before you call him a man?”. Pode parecer que estou tentando forçar a barra, que sou um pseudo-intelectual da Comunicação que agora deu para ouvir o Dylan – alguns andam dizendo que o Dylan virou modinha na comunicação. Não. É por acaso mesmo que ando cantarolando essa música.

Ontem peguei a garrafa de vinho que andava dando sopa na minha geladeira, cortei um salaminho, queijo, castanha de caju e azeitonas e fiquei assistindo ao No Direction Home. Então, não é tão por acaso que fico a cantarolar Blowin’ in the Wind e imaginando que o Dylan é Dylan e Deus é Dylan.

Estou meio paradão hoje, muito gripado, mais sonso que o habitual. Talvez seja isso o que esteja causando toda essa confusão e viagem na minha cabeça. Estou tentando expurgar o mal pela garganta. Quanto mais cuspo mais tenho o que cuspir. Não pasmem se eu disser que o mal é verde. Nem sei se esse mal é com “l” ou com “u”. Não interessa.

Acabei de ler “O Encontro Marcado” do Fernando Sabino e ainda tô meio naquela de não saber o que fazer em alguns momentos, principalmente com minha pseudo-escrita. Muitas dúvidas, poucas respostas, reais e reais jogados fora. Essas coisas. Quero ficar distante.

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Uma resposta para “Encontro Marcado com o Vento.

  1. Querido Haroldo: reduza os quitutes pois o verão está chegando e eu desconfio que, apesar de ser um intelectual da comunicação, você também curte uma praia…

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